
BILIONÁRIO VÊ A EX-ESPOSA COM GÊMEOS NO SEMÁFORO… E CONGELA COM A POSSIBILIDADE DELES SEREM…
Ele achou que o passado estava enterrado. Até o instante em que, na Avenida Marechal, o sinal fechou… e Henrique Valença, dono de uma rede de tecnologia em Curitiba, viu uma mulher atravessar com dois bebês, um em cada braço. Cabelo preso, tênis gasto, sacola rasgada. E aqueles olhos… os mesmos olhos que ele via no espelho.
Bianca, a namorada de vitrine, puxou seu braço: “O chef tá esperando”. Henrique não ouviu. A mulher tropeçou, fraldas e latas de leite rolaram no asfalto. Quando ela se abaixou, um dos bebês virou o rosto. Henrique sentiu o estômago virar. Era um retrato dele em miniatura.
“Lorena?” A voz saiu como pedido de socorro. Ela congelou. O mundo ao redor continuou, buzinas, gente, pressa. Mas entre os dois, só existia silêncio e quatro meses de vida que ele nunca tocou.
Henrique recolheu as coisas. Lorena puxou a sacola e sibilou: “Não encosta. Você já fez estrago demais”. Ele engoliu seco. “Eles são meus?” Ela soltou um riso sem alegria. “Você não tem direito nem de perguntar. Você me expulsou de casa em São Paulo, me chamou de traidora e assinou o divórcio sem me deixar falar”.
E, como se a rua fosse uma tela, a memória abriu. O escritório frio, a fusão milionária, Henrique falando ao telefone, Lorena na porta com as mãos tremendo. No corredor, Verônica, a assistente impecável, ofereceu um “conselho”: esperar o momento certo para contar a gravidez. Lorena acreditou. Três dias depois, Henrique viu mensagens falsas, fotos montadas, “provas” perfeitas. Ele explodiu, bloqueou Lorena, mandou advogados, comprou o silêncio dela com um cheque.
Meses mais tarde, ele achou a pasta escondida de Verônica. A fraude estava ali, linha por linha. Ele demitiu a mulher, procurou Lorena, e só encontrou… agora, no semáforo.
Lorena ajeitou os gêmeos. “Ravi e Clara. E você perdeu cada madrugada, cada sorriso”. Ela virou para ir embora. Henrique sentiu a máscara cair. Bianca ficou para trás, esquecida.
Na mesma noite, Bianca explodiu no hotel: “Você vai me largar por uma desconhecida?”. Henrique apenas respondeu: “Não é desconhecida. É a mãe deles”. E saiu, decidido a não fugir outra vez.
Três dias depois, o investigador achou o endereço em Piraquara. Henrique esperou na porta do prédio rachado. Quando Lorena chegou, o bebê Ravi estava pálido, respirando estranho. Ela correu ao hospital municipal, desesperada. A fila era longa. O médico foi direto: tratamento urgente, caro, fora dali.
Naquela noite, Lorena quebrou o juramento e ligou. “Henrique… é o Ravi”. Ele apareceu em minutos, pagou tudo, segurou o filho com cuidado e chorou sem defesa. Lorena também chorou, não por amor, mas por alívio.
Depois do susto, Henrique não tentou comprar perdão. Formalizou pensão, colocou uma casa simples no nome dela, e deu um passo atrás quando percebeu que presença sem constância vira ferida. Lorena recomeçou em Curitiba, fez cursos, abriu uma pequena confeitaria. No primeiro aniversário dos gêmeos, ela soprou as velas com eles no colo e entendeu: nem todo final precisa ser romântico para ser justo. Às vezes, a vida só exige responsabilidade… e coragem para não repetir o mesmo erro.
“Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?”